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quinta-feira, 4 de março de 2010

Ora Pois!


Aproveitando o dia lindo de sol, fui fazer uma caminhada pela St-Laurent para comprar os ingredientes que precisava para fazer uma feijoada esperta para os vizinhos no sábado.

Com a minha listinha na mão desci o Boulevard em direção ao Alim-Pot, açougue-mercadinho português que vende carne seca tipo brasileira(somo diz o rótulo e a pequenina bandeira do Brasil colada na geladeira) e outras iguarias brasucas(sucos Maguary, polvilho doce, farinha de mandioca, leite moça, creme de leite, Guaraná - e fica a dica, muita gente reclama que aqui não tem queijo minas frescal, bom lá tem e é muito gostoso).

Fotos do meu passeio no cantinho português de Montréal(que tem até direito a conversa sobre a novela no ônibus "A empregada que tá grávida! Mas ela não vai aguentar o parto, vai morrer...)

Vai lá:
Alim-Pot
20 rue Roy Est
514.982.6838




quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Biblioteca

Uma das primeiras coisas que eu fiz quando cheguei em Montréal foi a carteirinha da Biblioteca Nacional do Québec. Foi amor à primeira vista pela imensidão de livros, tão organizados tudo tão arrumadinho, tão moderno, tão eficiênte.

Fora o silêncio, nossa o silêncio...em algumas das poltronas espalhadas pela biblioteca o único barulho que se escuta é o dos passos das pessoas, a gente fica mesmo é na escuta dos nossos próprios pensamentos (o que as vezes é tão difícil, tanta interferência).

Foi na Biblioteca que depois de um ano eu voltei a estudar francês, ponto de partida dos meus projetos para 2010. Munida de gramáticas e afins fui lá buscar o silêncio, disciplina e concentração para me dedicar ao que estava ficando por demais em segundo plano.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Let It Snow

Para Carla que queria ver neve, vídeos da primeira tempestade da temporada.





quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Neve



Primeira neve do ano!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Yoga 2


Domingo passado, conversando com a Ana e o Lior depois da colheita de maças, fui lembrada de como não postei mais sobre os meus lugares preferidos de Montréal. Tinha uma listinha, mas pela falta de tempo não consegui terminá-la.

Então dando continuidade à lista, o lugar de hoje é o estúdio aonde eu faço yoga. Depois de pipocar em diferentes aulas sem nunca encontrar direito o tipo de yoga que eu queria, sempre dividida se deveria ou não pagar o preço do estúdio, no mês passado resolvi que se queria levar mesmo yoga a sério o estúdio valia o invetimento, passei a mão na minha poupança e comprei a carta de 3 meses ilimitado(que no final acabou custando só CAN$ 50.00 mais cara que 3 meses de mensalidade na YMCA). Foi o incentivo que eu precisava, desde então no mínimo 3 vezes por semana eu estou lá para fazer aula, assim o estúdio passou a ser, tirando o trabalho e a minha casa, o lugar que eu mais frequento por aqui. Os preços parecem caros no começo, mas para mim valeu muito a pena, em um mês vejo progresso nas minhas posturas como não via em meses. O estúdio não só virou um lugar favorito como um dos mais importantes para mim aqui.

Yoga Sangha

3437, rue St-Denis
(514) 499-1726
info@yoga-sangha.com
Métro: Sherbrooke

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Apple Picking


Ontem, aproveitando o dia lindo de sol e o break dos intermináveis dias chuvosos que São Pedro nos deu, fomos bem pertinho da fronteira com os Estados Unidos colher maçãs! No ano passado não deu para ir por conta da correria da chegada, esse ano com as chuvas que não davam trégua estava difícil, estava quase desistindo de ter maçãs fresquinhas do pomar, mas nesse final de semana tudo casou, o sol com o feriado prolongado e lá fomos nós encher nossa cestinha (cestinha é modo de falar porque voltamos para casa com nada mais nada menos que 15 kilos de maçãs).

Com a fruteira cheia, hora de pesquisar no caderno de receitas e ir para o fogão para aproveitar as maçãs, resolvi começar com um bolo e uma compota.

Apple Cake

6 tbsp butter softened
2 3/4 cups all-purpose flour
3 eggs
3/4 sugar
3 apples peeled, cored and chopped
whipped cream, to serve

Preheat the oven 350ºF. Whisk together the eggs and sugar until pale and fluffy, then beat in the butter until combined. Sift flour to the mixture and then add the apples and mix gently. Bake for 30-40 minutes. Serve it hot.

Spiced Applesauce

3 lb(1.5 kg) apples, peeled, cored, cut into 3/4-inch pieces
1 cup water
1/3 cup packed brown sugar
3-4 cardamon pods
21/2 tbsp fresh lemon juice
1 tsp cinnamon

1. Combine apples, water, brown sugar and cardamon pod in a heavy, medium-sized saucepan. Bring to a boil, stirring occasionally. Reduce heat, cover and simmer until apples are very tender, about 25 minutes. Uncover and simmer until almost all liquid has evaporated, about 6 minutes. Remove from heat. Stir in lemon juice and cinnamon. Cool 30 minutes.

2. Using a potato masher, mash apple mixture until coarse and chunky. Fish out cardamon pods. Serve at room temperature or refrigerate until cold.

Aqui o endereço da fazenda, mas a temporada de auto-colheita lá acabou hoje, mas fica a dica para o próximo outono.

Vergers Philion
389 route 202
Hemmingford, QC
JOL 1H0
450.247.3133







Vergers Philion
389 route 202
Hemmingford, QC
JOL 1H0
450.247.3133

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Caseirinhos


"
To market, to market, to buy a fat pig,
Home again, home again, dancing a jig;
To market, to market, to buy a fat hog;
Home again, home again, jiggety-jog;
To market, to market, to buy a plum bun,
Home again, home again, market is done."


Acho que não preciso falar aqui que o Jean-Talon é O lugar que eu mais gosto em Montréal, disparado de todos os outros, durante o verão o mercado fica ainda melhor, com mais bancas, simplesmente uma perdição, tenho que me controlar muito quando passeio por lá para não comprar muito mais do que eu posso ou consigo comer. Melhorei bastante, hoje sigo a minha lista a risca e só compro o que vou cozinhar, de vez em quando ainda peco nas quantidades.



Semana passada fui na biblioteca para uma pesquisa sobre gastronomia que eu estou fazendo, na sessão de livros sobre culinária brasileira encontrei muito por um acaso o livro Brésil, la cuisine de ma mère, da mineira radicada na França Viviane Tronel, o livro é fantástico e fala da culinária brasileira do cotidiano, coisas que a gente acha que não tem nem receita, que estão na mesa quase todos os dias, me emocionei com o livro, copiei um punhado de receitas, que estão na fila de espera para serem feitas. A primeira da lista era a de pão de queijo e a blogesfera conspirou ao meu favor, os Lapins publicaram uma postagem sobre onde encontrar a farinha de tapioca usada na massa e a dona do La Cucinetta publicou a receita de requeijão caseiro(3 em cada 5 brasileiros aqui reclamam e sofreeeem que aqui não tem requeijão), eu pessoalmente não sinto falta mesmo, mas a possibilidade de comer um pão de queijo recém saído do forno, quentinho com requeijão era muito tentadora. Comprei todos os ingredientes e lá fui eu para cozinha, fiquei impressionada com as receitas, as duas saíram na medida, perfeitas. O requeijão fica mais para próximo ao catupiry do que ao requeijão de potinho, mas fica com sabor de fazenda. Para o pão de queijo a minha única resalva é o sal, achei muito salgado, para o meu paladar acho que tenho que usar metade da quantidade indicada. Assei meia receita, a outra metade congelei(tenho certeza que não ficará congelada por muito tempo).


Petits Soufles au Fromage (Pão de Queijo)

400g de farine de tapioca
20 cl de lait
15 cl d'huile de tournesol
2 oeufs
150g de gruyère râpé
1 c. à soupe rase de sel

Préchauffez votre four à 180ºC. Versez la farine de tapioca dans un saladier et mélange-la avec le sel. Dans une casserole portez à éboullition le lait et l'huile. Versez-les brûlants sur la farine de tapioca et mélangez bien avec une cullière en bois. Attendez 3 à 4 minutes pour que la pâte refroidisse un peu et mettez les oeufs un à un en mélangeant avec les doigts. Pétrissez la pâte à la main environ 5 minutes. Ajoutez le fromage râpé et mélangez-le bien au reste de la pâte. Huilez vous main roulez des boulettes de 4 cm environ avec la pâte. Posez-les dans un moule en les espaçant bien. Faites-les cuire au four environ 30 minutes jusqu'à ce qu'elles soient bien gonflées et dorées. Servez chaud.

Requeijão

- Ferver 1 ou 2 litros de leite integral (normalmente os de saquinho
da padaria dão melhor resultado).

- Depois que ferver, colocar 4 colheres de sopa de vinagre no leite
e mexer bem. O leite vai talhar e separar o soro.

- Coar o soro com uma peneira. colocar a "massa" (parece ricota) no
liquidificador com um pouco de manteiga (as vezes uso só azeite.
dependo do humor...), sal e, se quiser, algum outro tempero como
queijo ralado, azeitona, ...

- Bater e guardar em uma vasilha bem fechada.

domingo, 16 de agosto de 2009

O Buddha Verde


Essa descoberta é 100% mérito da vizinha, nas nossas conversas nós nos referimos à ele como o restô do Buddha, pois o Buddha verde pintado na parede é a primeira coisa que você vê quando chega no restaurante, recentemente eu tive a curiosidade de olhar o nome escrito na porta, Tampopo, mas continuo achando mais legal chamar os amigos para comer no Buddha. O lugar é pequeno, tem só quatro mesas, todas estilo japonês com tatami, você tem que tirar o sapato para sentar. Ele é disputadíssimo, já cheguei a esperar mais de 45 minutos por uma mesa, mas para quem gosta de um ambiente mais relax e descontraído, de comida asiática vale muito a pena, os preços são camaradas, os pratos bem servidos e as garçonetes uma simpatia. Já comi algumas das opções do cardápio, mas nenhuma bateu o Gado Gado, que é feito com macarrão de arroz japonês, legumes, frango e molho picante de amendoim. Deu até água na boca....

Vai lá
4449 rue Mentana
(coin Mont-Royal)
514.526.0001

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Pedala Robinho

Foi assim que eu me senti quando o atendente da central de atendimento da Bixi me falou o total que foi cobrado no meu cartão de crédito pelas duas bikes que eu aluguei ontem.

Ontem o dia estava lindo, sol, calor e a minha folga pela frente, quando a vizinha me convidou para fazer um passeio de bike não pensei duas vezes e lá fomos nós testar as tão comentadas Bixis, sucesso total em Montréal, como as Vélibs de Paris, exportadas para Londres e Boston, etc, etc. Eu achei a oportunidade ótima para fazer um teste drive antes de fazer o pacote mensal(desde que eu cheguei que namoro a idéia de ter uma bicicleta, mas por diversos motivos ainda não comprei uma e a possibilidade de alugar uma bike quando você quer dar um passeio me agradava muito). Mas eu não entendi direito como o sistema funcionava, eu entendi que você pagava uma diária de 5 dólares para ter direito a uma bicicleta por 24 horas e que se você trocasse de bicicleta nos docks começava a pagar os adicionais. Mas ledo engano, 5 dólares é o preço para ter direito a um código por 24h, durante esse período você pode fazer trajetos ilimitados MAS esses trajetos não podem passar de 30 minutos, passados 30 minutos você começa a pagar as tarifas(muito salgadas por sinal).

Não vou tirar a minha parte de responsabilidade da jogada porque fui eu que fiz confusão e não entendi direito, mas que eles escreveram de uma forma extremamente confusa eles escreveram, levando-se em conta que nós duas somos pessoas educadas e esclarecidas e as duas entedem francês e inglês sendo que a vizinha é une vraie bilingue, problema com a língua não foi, o negócio é mal explicado mesmo. Para quem ainda não experimentou a Bixi e quer experimentar ela funciona assim, você pode fazer a inscrição por um ano(de Maio a Novembro) por CAN$ 78.00, por um mês CAN$ 28.00 ou por um dia CAN$ 5.00. Essa inscrição só te dá direito ao acesso às bicicletas nos docks, cada bicicleta que você tira você tem 30 minutos gratuitos, passados os 30 minutos vocês tem que devolver a bicicleta em qualquer dock se não você começa a pagar as tarifas, + 30 minutos CAN$ 1.50, + 30 minutos CAN$ 3.00 e para cada 30 minutos subseqüentes CAN$ 6.00. Eu e a vizinha saímos ambas despreocupadas e empolgadíssimas com as bicicletas, andamos com elas 2 horas e a brincadeira saiu por CAN$ 38.00.

Ou seja a Bixi é perfeita para quem quer usar a magrela como meio de transporte, para fazer pequenos trajetos(30 minutos é o tempo médio de locomoção no centro de Montréal, onde estão localizados os docks da Bixi). A idéia é não vá de busão e metrô, vá de bicicleta. Nesse sentido ela realmente é ótima, MAS se você como eu quer a magrela para fazer passeio no seu dia de folga a Bixi não é para você. Confusões a parte o sistema continua sendo caro, segundo o artigo que saiu no La Presse, comparado com Paris, Munique, Barcelone e Lyon Montréal é a cidade onde o serviço é mais caro(no artigo tem uma tabela comparativa).

A prova que nós não nos enganamos tanto assim é esse post do blog Urban Green Girl, escrito há pouco menos de um mês, a dona do blog também cometeu o mesmo erro e ela é da terrinha.

Valeu para experimentar mas na próxima vez eu vou de taxi, minhas convicções de ser green e eco-friendly só vão até onde dói o bolso.

sábado, 8 de agosto de 2009

Bagels

Hoje depois de acabar o meu turno no trabalho, que excepcionalmente foi bem longo(9h00-22h00), estava com uma vontade de comer bagels, como a noite estava muito agradável eu resolvi caminhar da Peel até a St-Laurent para pegar o 55 e descer na St-Laurent com a Fairmount, comprar os meus bagels e seguir para casa para um merecido descanço. Mas no meio da St-Catherine tinha a Francopholie, tinha esquecido completamente do Festival, no meio dos palcos eu continuei a minha caminhada em direção a St-Laurent, quando baixinho comecei a escutar alguém cantando em português, fiquei pensando o que um artista brazuca estaria fazendo num festival de música francesa, quando cheguei perto do palco parei para escutar, foi o suficiente para dar meia volta e ir embora depois de escutar uma versão sofrível(fiz o vídeo para comprovar) en français de Águas de Março seguida por uma tentativa frustrada de imitar uma bateria de escola de samba, segui em direção aos meus bagels.


Os Bagels são o destaque desse post, que entra na série dos meus lugares favoritos em Montréal. Eu sei que falar dele é chover no molhado, porque eles estão em todos os guias e todo mundo já ouviu falar que aqui em Montréal os bagels são uma delícia, assim como tudo mundo já ouviu falar da carne defumada do Schawrtz's. Nos meus primeiros meses em Montréal eu só conhecia o bagel St-Viateur que eu acho muito pesado, o da Fairmount é mais levinho, fora que a loja fica aberta 24h, coisa rarissíma por aqui. O lugar é pequenininho e funciona como um padaria expecializada em bagels, o bagel tradicional de gergelim custa CAN$0.70, quando eles acabaram de sair do forno ainda quentinhos eles são ainda mais gostosos, com um pouco de cream-cheese e salmão defumado então...humm fiquei até com água na boca.

Vai lá:
74 avenue Fairmount Ouest
Montreal, QC H2T 2M2
(514) 272-0667



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Toi, Moi et Café



Esse post vai inaugurar a série sobre os meus lugares preferidos do bairro onde eu moro. Vou começar com o Toi, Moi et Café, que como mostra a foto fica na esquina da Laurier com a Jeanne-Mance.

Ele é essencialmente um café, mas com um menu de pratos quentes para o almoço e jantar e um cardápio para o café da manhã(que eu ainda não experimentei). Segundo o meu pai(que ao contrário da filha é tomador de café) o expresso é bom. Segundo a minha mãe(que tem padrões altíssimos para um bom café com leite) o café com leite é gostoso(esse eu também tomei e achei ótimo). O serviço é bom, a garçonete que atendeu a gente nas duas vezes que a gente passou por lá foi a única que entendeu o complexo espresso alongé de três dedos do meu pai. Hoje eu dei um pulinho lá para aproveitar o sol(que depois virou chuva), tomar um café e ler um dos livros que eu estava esperando chegar por aqui junto com os meus pais, o novo da Rita Lobo, diretora do Panelinha. Depois de me envolver intensamente com os Harry Potter(com direito a noites em claro que estavam fazendo mal para a minha beleza) precisava de uma leitura mais leve, que não tirasse meu sono. O livro é uma seleção de posts do blog que ela mantém no Panelinha, muito gostoso, comecei e acabei hoje mesmo. A fila dos livros anda(as vezes mais rápido do que o normal).

Vai lá:

244 Avenue Laurier Ouest
Montréal, QC H2T 2N8
(514) 279-9599

sábado, 11 de julho de 2009

Nikki Yanofsky





















Desde o começo do Festival de Jazz o Show da Nikki Yanofsky está marcado na minha programação. Ontem o show estava na agenda no dia...o que não estava era a chuva torrencial que caiu durante a tarde e com ela juntou a minha preguiça e os livros do Harry Potter que eu não consigo parar de ler, parecia a combinação perfeita para a noite...até uma ligação super empolgada da Ana que estava saindo do show das 21 que tinha acabado de terminar me animou, olhei pela janela, a chuva tinha dado uma trégua, olhei no relógio, 22h18, ainda dá tempo de pegar o show das 23h. E assim eu percebi que só mesmo em Montréal você as 22h18 convence a sua mãe a ir no show com você, passa em casa para trocar de roupa, entra no metrô e ainda chega antes da cantora subir no palco.









domingo, 5 de julho de 2009

All That Jazz


Semana passada um show gratuito do Stevie Wonder abriu o 30º Festival de Jazz de Montreal.
Mesmo debaixo de chuva e no meio de um mar de gente, o que tinha tudo para ser um programão de índio mostrou que Montreal sabe organizar o evento e o show fui um sucesso.



Quando eu coloquei as mãos na programação fiquei com siricutico, queria assistir tudos os shows, não conseguia escolher...alguns eu já estava namorando desde outubro quando comecei a entrar no site do festival para conferir a programação. Um dos show era do pianista cubano Chucho Valdéz mas eu esperei muito para comprar o ingresso e eles se esgotaram. O outro era da Luciana Souza no Club Soda(que fui maravilhoso). Como chorinho fui no show da Emilie-Claire Barlow, que chamou minha atenção com a gravação da música "Lá vem a baiana" no CD "Haven't we met?", o show fui uma feliz surpresa, espetacular, muito talentosa a moça, saí do show com 3 cds(que me deram um trabalho danado para serem convertios em MP3 mas já estão no meu iPod).





quinta-feira, 28 de maio de 2009

Circo com Cookies

Quando a Luana me falou que o Cirque du  Soleil tinha fechado o espetáculo da Quinta-feira às 16hoo para amigos do staff com ingressos com 50% de desconto, fiquei logo triste porque pensei que fosse trabalhar nessa quinta justamente até as 16h00(ainda não incorporei 100% a nova rotina).

Demorei  para lembrar que quinta agora é meu dia de folga e que jeito melhor de aproveitar o break do trabalho do que com um espetáculo de circo? Dez minutos depois estava tudo combinado e a Luana muito paciente comprou os nossos ingressos. Para agradecer a gentileza eu assei uma fornada de cookies para ela(e aproveitei para experimentar mais uma receita do livro da Martha Stweart)

Double Chocolate Coconut Cookies

2 cups (2 sticks) unsalted butter, room temperature
1/2 cup granulated sugar
3/4 cup packed light brown sugar
2 large eggs
1 tsp vanilla extract
1 3/4 cups all-purpose flour
1/4 cup unsweeted cocoa powder
1 tsp baking soda
1/2 tsp baking powder
1/2 tsp salt
2 cups white chocolate chuncks
1 3/4 cups sweetened flaked coconut
1 3/4 coarsely chopped walnuts

1. Preheat oven to 350ºF. Put butter and sugar in the bowl and mix on medium speed until smooth. Mix in the eggs one at a time. Stir in vanilla.

2. Sift flour, cocoa powder, baking soda, baking powder, and salt into a bowl. Mix into butter mixture on low speed until well combined. Stir in chocolate, coconut, and walnuts.

3. Bake until set, 10 to 12 minutes. Let cool completely on wire racks. 

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Japa

Com a cozinha japonesa eu não me arrisco. Nunca tentei fazer em casa as delícias que a gente come no restaurante, acho a cozinha japonesa tão delicada e elegante que não tenho coragem de utilizar os meus dotes culinários para experimentar as receitas, prefiro deixar para quem entende do assunto.

Normalmente é relativamente fácil achar um bom restaurante japonês com preços acessíveis e um menu apetitoso...mas não em Montreal. Desde que cheguei estava procurando um bom restaurante para acabar com as vontades que vem do nada e que não passam de comer comida japonesa que infelizmente as minhas panelas não podem resolver. Estava na procura, pergunta para um, para outro, no trabalho, para o amigo do amigo e nada de uma boa indicação.

Depois de cair numa roubada e experimentar o Yosoko que fica na Mt-Royal(eu e mais 3 amigos que também moram no bairro também cometeram o mesmo erro), heis que as indicações chegaram finalmente.

O primeiro resto japa é o Kanda, que fica no centro, um na Maisonneuve com a Bishop e outro na St-Catherine do lado da La Baie, eu prefiro o da Bishop, mas o da St-Catherine dá desconto para estudantes(o que não é o meu  caso ainda). O resto é bom mas um pouco fora de mão para mim e eu também não sou muito fã do centro para sair com os amigos já que estou por lá 5 dias por semana para trabalhar.

O outro resto é o Guinza, eu estava ensaiando um jantar lá há um tempão, até que na semana passada eu estava de bobeira a noite e com vontade zero de cozinhar, quase adivinhando a vizinha do outro lado da linha pergunta "Vamos no Japa?". E assim eu descobri o meu restaurante japonês em Montreal, 5 minutos à pé da minha casa, o que eu quero mais?

Kanda
2045, rue Bishop
514.845.8868
Métro: Guy-Concordia

537, rue St-Catherine O.
514.288.3868
Métro McGill

4593, rue St-Denis
514.904.0079
Métro: Laurier/Mt-Royal

quinta-feira, 19 de março de 2009

Isso aqui é um pouquinho do Brasil!



Eu com a minha santa ingenuidade achei que depois de resolver todas as burocracias que um imigrante deve fazer quando chega por aqui, Assurance Maladie, Assurance Sociale, tradução de diplômas, equivalência dos mesmos, palestras de imigração, papéis, formulários, mais papéis, palestras, contrato de celular, contrato de aluguél, etc, etc, etc. pensei que já tivesse resolvido todas as minhas pendências...até que eu descubro que não, claro que falta mais uma, então aproveitando as horinhas livres que eu tive a mais essa semana lá fui eu toda bonita resolver. A burocracia em questão era se cadastrar no Consulado do Brasil em Montreal e pedir a transferência do meu título de eleitor. O cadastro é bom fazer porque SE acontecer algum desastre, castástofre natural ou qualquer coisa nesse sentido(bate na madeira) o consulado tem todos os seus dados e o transferência do título te dá permissão de votar para presidente no consulado e assim a pessoa caridosa para qual você deixou uma procuração no Brasil não precisa justificar o seu voto a cada eleição. O processo foi indolor, nada traumático e relativamente rápido. Para fazer o cadastro e transferir o título você precisa levar no consulado um comprovante de endereço, o título de eleitor, CPF, RG e passaporte, chegando lá é só preencher os formulários e usar a paciência que você desenvolveu com o processo de imigração para esperar a chegada do título por aqui, nada mais, nada menos que 10 meses para o dito cujo chegar, então é bom pedir a transferência com antecedência se você quiser votar nas próximas eleições para presidente.

O Consulado Geral do Brasil em Montreal fica aqui:

1 Westmount Square
(514) 499-0968
Métro: Atwater(saída para Dawson e Westmont Square)

quarta-feira, 18 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

Toda Rotina Tem Sua Beleza

A semana segundo o meu Moleskine

Segunda
YMCA
Supermecado (IGA)
Jean Coutou

Terça
Cookies Babi
Biryani de Poulet

Quarta
Aniversário Babi

Quinta
Pilates ou YMCA a tarde

Sexta
Aniversário Marcelo, Amrita e Alex

Sábado
Pilates
Jean-Talon

Domingo
Declaração IR

Mas sem perder a poesia

quinta-feira, 5 de março de 2009

Cinq Sur Cinq

Cinq mois
Saint-Joseph e Saint-Catherine
Le printemps qui arrive
ITHQ
Avenir qui s'annonce heureux